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RC Médicos Ageas: agora até 1.000.000€

A Responsabilidade Civil Profissional assume uma importância cada vez maior no exercício da atividade médica. Cada decisão clínica, cada prescrição e cada diagnóstico acarreta responsabilidade, e proteger a carreira e o património deixou de ser um extra para passar a ser uma decisão de base. A pensar nesta realidade, a Ageas Seguros apresenta a sua nova solução de seguro de Responsabilidade Civil Profissional para médicos , agora com capital até 1.000.000€ , garantindo uma proteção mais robusta para a sua atividade e para o seu património. Novo capital máximo 1.000.000€ Seguro de RC Profissional para Médicos · Ageas Seguros O que protege o seguro de RC Profissional para médicos? O seguro de responsabilidade civil profissional garante o pagamento de indemnizações a terceiros pelos danos que o médico possa causar no exercício da sua atividade. Falamos de situações como o erro médico , uma prescrição de medicamentos não adequada , um diagnóstico desadequado ou outr...

Sucessão Patrimonial: O Plano que Falta nos Seus Investimentos

Quando Warren Buffett anunciou que iria progressivamente afastar-se da liderança da Berkshire Hathaway, o mercado analisou números, sucessores e estratégias de investimento. Mas há uma lição menos falada nesta história: a de que liderar bem também significa saber construir algo capaz de continuar sem nós. E isto aplica-se tanto a impérios empresariais como ao património de qualquer família. Em Portugal, a maioria das pessoas com quem trabalho pensa a sua carteira de investimentos em função de objetivos como reforma, aquisição de imóvel ou liberdade financeira. Poucas pensam nela como algo que, um dia, terá de funcionar sem a sua presença . E é exatamente aí que reside um dos maiores pontos cegos do planeamento financeiro. Investir bem não é suficiente se ninguém souber continuar Grande parte do trabalho de gestão patrimonial concentra-se, naturalmente, em fazer crescer o capital: escolher os produtos certos, otimizar a fiscalidade, ajustar o risco. Mas um portefólio bem constru...

Invest+ Index Série III: proteção mesmo se o mercado cair

Num contexto de taxas de juro em queda e de poupadores cada vez mais sensíveis à volatilidade dos mercados acionistas, surge uma nova solução Unit Linked que promete algo raro: potencial de valorização ligado ao Euro Stoxx 50 com um rendimento mínimo mesmo que o índice caia. Analisamos o Invest+ Index Série III sob a ótica de um gestor de patrimónios. Unit Linked (ICAE / PRIIP) Risco 3 de 7 Tributação de 11,2% Mínimo 2.500€ Uma das perguntas que mais frequentemente surge quando falamos de poupança de médio-longo prazo é sempre a mesma: "como posso participar na valorização dos mercados acionistas sem ficar totalmente exposto à sua queda?" É precisamente nesse espaço — entre o conservadorismo de um depósito a prazo e a exposição direta a um índice acionista — que se posiciona o Invest+ Index Série III , a mais recente solução de investimento estruturado lançada pela Ageas, sucessora da já analisada Série II aqui no blog. O que é o Invest+ Index Série III? Tr...

Seguro de Saúde Empresarial: Como Reduzir o IRC da Sua Empresa

Sabia que o seguro de saúde da sua equipa pode reduzir o imposto que a sua empresa paga? A maioria dos empresários em Portugal ainda vê este benefício apenas como um custo de recursos humanos — quando, na realidade, pode ser uma ferramenta de planeamento fiscal com impacto direto no IRC. O que diz a lei fiscal sobre o seguro de saúde empresarial Muitos empresários desconhecem que, ao contratar um seguro de saúde para os seus colaboradores, os prémios pagos podem ser considerados gastos dedutíveis em sede de IRC . Na prática, isto significa que o investimento realizado na proteção da saúde da equipa pode contribuir para reduzir o lucro tributável da empresa e, consequentemente, o imposto a pagar no final do exercício. 💡 E do lado dos colaboradores? Estes prémios podem, ainda, não ser considerados rendimento do trabalho dependente para efeitos de IRS dos colaboradores — desde que a cobertura seja extensível à generalidade dos trabalhadores da empresa e cumpra os requisitos pr...

Rendimento Flexível: a Anuidade Reinventada

Durante décadas, quem queria transformar poupança em rendimento vitalício na reforma tinha praticamente uma única resposta: a anuidade tradicional. Entregava-se o capital à seguradora, recebia-se uma pensão fixa até à morte — e o que sobrava, ficava para a seguradora. Hoje existe uma alternativa mais moderna, mais flexível e fiscalmente mais eficiente. Chama-se Rendimento Flexível , da Ageas, e vale a pena perceber porque está a ganhar espaço nas estratégias de reforma em Portugal. O que é, na prática, o Rendimento Flexível O Rendimento Flexível não é um seguro no sentido clássico, mas sim a adesão individual conjunta aos Fundos de Pensões Horizonte , geridos pela Ageas Pensões. Na prática, converte-se um capital acumulado — poupanças, PPRs amadurecidos, ou até o produto da venda de um imóvel — num complemento de rendimento mensal para a reforma, com uma particularidade importante: o cliente decide como e quando recebe , e o saldo que não for utilizado continua a pertencer-lhe (e...

Guerra, Inflação e Médio Oriente: o Plano de Ação para Proteger o Seu Património

Um conflito no Médio Oriente que já dura meses, o petróleo acima dos 70 dólares o barril e uma inflação que teima em não regressar aos níveis confortáveis de outrora. Para muitas famílias portuguesas, este cenário soa a "mais do mesmo" — até ao dia em que sentem o impacto real na fatura da eletricidade, no preço do combustível ou no valor da prestação da casa. Este artigo não é sobre alarmismo. É sobre um plano de ação concreto para proteger o que já construiu. O que está realmente a acontecer A escalada entre os Estados Unidos e o Irão, com episódios de tensão no Estreito de Ormuz — por onde passa uma fatia muito significativa do petróleo e do gás mundiais — tem mantido os mercados energéticos nervosos ao longo de 2026. O resultado direto é um preço do petróleo estruturalmente mais alto do que aquele a que nos habituámos na última década, com reflexos na energia, nos transportes e, por arrasto, em praticamente todos os bens e serviços. Para Portugal, país fortemente ...

PPR não bateram a inflação? O que a ECO não disse sobre dívida pública e curto-prazismo

A ECO publicou recentemente um artigo com números que, à primeira vista, parecem demolidores: apenas 13% dos Planos de Poupança Reforma (PPR) bateram a inflação nos últimos cinco anos e, mais surpreendente ainda, os PPR considerados de "menor risco" foram precisamente os que mais valor real destruíram. Pode ler o artigo original aqui . Os dados são rigorosos e a investigação é útil. Mas a forma como a conclusão é apresentada — como se os PPR conservadores tivessem "falhado" o seu propósito — ignora um fator que, como gestor de património, considero decisivo para interpretar corretamente estes números: o período analisado coincidiu com o pior mercado obrigacionista das últimas décadas, à escala global. E isso muda tudo. O que os números da ECO realmente mostram Em síntese, o artigo conclui que a rendibilidade mediana dos PPR a cinco anos (1,9%) ficou bem abaixo da inflação média do período (3,61%), que os PPR de risco 1 a 3 — os mais conservadores — tiveram des...

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